Encontrei na portaria do condomínio do prédio que não explodiu com a bomba que não foi ali colocada nos anos 80, o Lince, do Mário Pereira, do Chico e do Vladimir Welter, o primeiro exemplar do panfleto com ares de jornal ecológico. Não quero saber de quem é, se tem ou não tem jornalista responsável, se o cara ou a cara passou por faculdade e outras convencionices. O importante é o conteúdo. Gostei do exemplar, que deve ser o de uma série mais longa do que o Abelhudo, por exemplo, desativado depois que o Edgar encaçapou o Tiago em 2000. O Jornale(eco) ensina como se pode ser ecológico sem ser chato. O papel é reciclável, colorido, com o verde predominando.
Quem não bate um papo com o Nelson Buzelatto, que sabe muito sobre a descoberta de Cascavel, recita Roberto Carlos. Quem sabe menos das coisas, sabe muito mais que eu. Ele me disse que reviu o João Kloss, numa das filiais do Beal. E o Kloss viu aquela cena na prefeitura que levou o Danilo mais cedo. Kloss To You, com os Carpenters. Buzelatto foi contabilista da Incorporadora de Imóveis Cascavel. O proprietário era o Arnaldo Debonna, pai da Gianini, que faturou Fercapos com intrumentos da Discolândia nos tempos em que não havia Betel e nem Matheus.
O PT não lançou uma nota sobre o caso Palocci temeroso de que depedendo do valor da nota, o chefe da Casa Civil embolsa.
Palô teria que se explicar na Folha de São Paulo. Foi ali que a Prefeitura do Kassab jogou o primeiro excremento no ventilador.
Se nossa tese for verdadeira - ele levou sozinho o prêmio de 27 milhões de dólares pela cabeça de Bin Laden - a explicação passa pela vinda do Obama, em março.
Naquele sábado, em que o latrocida se reuniu com a Dilma, no DF, querendo empurrar caças para o Brasil brigar com os ocupantes do Morro do Alemão, Palô teria revelado que sabia onde estava Bin Laden.
Obama mandou checar e deu bingo. O prêmio foi pago em maio. E o escândalo foi publicado na Folha logo em seguida.
Se esta história não tem nexo, as consultorias do Antônio são mais incríveis.
Sobre as ofertas de caças ao Brasil, Dilma teria respondido que já temos as versões que escapam ao controle de radares. São os nossos invisiveis. Todo mundo fala deles, mas ninguem os vê. São suecos, franceses e norte-americanos.
Quando Dilma argumentou que o Brasil é um país sem guerra, o visitante objetou que a guerra civil no Rio de Janeiro mata mais que a guerra fardada no oriente Médio.
Para quem acha que foi inaceitável o Irã mandar a Angela Merkel ficar nos céus da Turquia até que seu avião fosse identificado por Teerã, tem que saber que o regime dos aiatolás já sabia do surto da E.coli. a nova bactéria terrorista, surgida na Alemanha da Lufthansa.
João Cunha batendo boca com uma fera, que se diz pequeno agricultor, é tudo que o deputado André não queria ouvir. João é o mais discreto do staff do pai do parlamentar. E assim deve se manter para evitar maledicências.
João Cunha sênior despachava com um trinta e oito sobre a mesa quando o Baratter vereador o incomodava na Paraná, porque a Câmara era ali em 1989. Atavismo do puro. Nesta época, Sérgio Marder era presença constante no nicho. Tolentino deixara restos a pagar à REDRAM que teria participado do caso Balaio, que abortou, sem o Brum, o retorno de JMS.
Temperatura de 5 graus na madrugada de domingo. Michelle Loreto, na Grobo. E o pior é que a única instituição que não falha é a meteorologia. O jogo de bicho, dependendo do valor da aposta, não paga.
Ivete Sangalo no Olimpico tem lógica. No Rock In Rio é intromissão. O MP interditou o campo errado.
Rafael Paranhos, é esse o blog que procurava!?
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